29 maio 2011

o triste poder do alumínio em meu sistema,

Eu nem sei mais pra quem eu escrevo. Tenho um certo medo depois de beber, talvez não aparente com as minhas risadas constantes e o meu jeito de tentar fazer rir. Ou talvez eu tenha medo é de soltar bobagens que ninguém precisa escutar. A rotação dos indivíduos na minha cabeça misturam-se com as formas de como eu vejo você, no mesmo momento eu consigo ver só uma pessoa, diferente de tudo do que eu imaginava. O não poder tocar são como pedradas na minha janela, eu quero abrir e gritar, mas ao mesmo tempo eu não quero levar uma pedrada na cara. Mas meus dedos, tão moles e dormentes que nem conseguiriam sentir. O forte se torna o fraco, e o fraco é todo o resto. As vozes da minha mente se contradizem, o que transmite indecisão. E eu poderia fazer o que eu quisesse se pelo menos eu me permitisse ao erro. Mas o erro não seria bem vindo no seu mundo, e eu quero ser Alice, encontrando a porta certa e o jeito certo de poder entrar. Eu quero estar no seu mundo e trazer você para o meu, mas não como uma ilusão, quero que todos saibam que é você, que você existe e que você é minha. E minhas palavras não chegam ao fim, mas eu me afogo em meio a latas.

09 maio 2011

o novo de novo,

Cinco meias e ainda congelo.
É mais do que o inverno lá fora.
É algo aqui dentro,
Dentro de mim.
Um frio na barriga.

03 maio 2011

04.05.11 - 00:43

A constelação chove uma nova era de corações apaixonados
Batendo-se uns nos outros com a incerteza do que virá amanhã.
Seus movimentos agridoces sufocantes e almejantes traçam uma linha direcionada ao meu toque
Que transfiguram caixas vazias cheias de amor e impulso.

No breu dos seus olhos eu faço luz,
Transcendendo a imaginação absoluta que temos do ar.